O epitáfio de um replicante
Esqueça a música incidental do Vangelis e a pombinha branca voando... o que importa é o monólogo de Roy Batty, o replicante de Rutger Hauer em Blade Runner.
Hauer já deu crédito ao roteirista, disse que estava tudo lá no papel, que ele só encurtou. Achava que alguém que estava morrendo não ia ficar discursando.
E, claro, ele adicionou as 'lágrimas na chuva'. A cereja no bolo da transitoriedade de tudo o que há. Até uma máquina (?) havia aprendido o quão efêmera é a vida.
"I've seen things you people wouldn't believe.
Attack ships on fire off the shore of Orion.
I watched C-beams glitter in the dark near the Tannhauser gate.
All those moments will be lost in time, like tears in the rain.
Time to die."
Hauer já deu crédito ao roteirista, disse que estava tudo lá no papel, que ele só encurtou. Achava que alguém que estava morrendo não ia ficar discursando.
E, claro, ele adicionou as 'lágrimas na chuva'. A cereja no bolo da transitoriedade de tudo o que há. Até uma máquina (?) havia aprendido o quão efêmera é a vida.
"I've seen things you people wouldn't believe.
Attack ships on fire off the shore of Orion.
I watched C-beams glitter in the dark near the Tannhauser gate.
All those moments will be lost in time, like tears in the rain.
Time to die."


2 Comments:
O fogo sempre vira cinza.
Sic transit gloria mundi...
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